SÍNDROME DO AMOR

Família que convive com Síndrome de Down dá uma lição de vida

Os comerciantes Patrícia Ferraz e Iataci Ferraz são pais de Amanda, 14 anos, Giovana, seis anos e Tarciana cinco anos. Giovana, a filha do meio é portadora da Síndrome de Down. A Síndrome de Down é causada por uma anomalia genética, que pode ocorrer no óvulo, no espermatozóide ou após a união dos dois. Sua principal característica é a alteração cerebral, que leva ao comprometimento intelectual e a problemas motores.

Patrícia ficou sabendo que a filha era portadora da Síndrome ainda na gravidez, através de um exame chamado amnioncentese, este exame consiste na análise do líquido que envolve o bebê no útero. A mãe ficou chocada pela forma como foi dada a notícia, “o médico não teve a menor delicadeza, eu estava sozinha”. Passado o primeiro impacto, a família se conformou com a chegada de uma criança especial, mas sempre com a esperança de não ser verdade. Desde o nascimento a mãe já estudava e pesquisava sobre o assunto, e mesmo com muitas críticas tomou a decisão de engravidar novamente. Sabia o quanto ajudaria se Giovana convivesse diariamente com outra criança, assim nasceu Tarciana.


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O amor não envelhece

Depois dos 60 anos, Maria e Antônio vivem um novo amor.

Depois dos 60 anos, Maria e Antônio vivem um novo amor.

A maturidade fortalece os relacionamentos afetivos entre pessoas da terceira idade

Com a proximidade do dia dos namorados, entram em cena o romantismo e a sedução entre os casais apaixonados. A data, comemorada no próximo dia 12, inspira jovens namorados a trocarem presentes, agrados e carícias. Para os solteiros de plantão a paquera rola solta. Mas, engana-se quem acha que pessoas que já passaram dos 60 anos estão ficando para trás no quesito amor. Antônio Alves do Nascimento, 68, e Maria Bernadete Diniz, 63, são a prova de que pensar que as pessoas perdem o interesse e o desejo sexual à medida que envelhecem é uma idéia errônea e preconceituosa.

Namorando há três anos seis meses eles mostram que a paixão não tem idade para acontecer. Contam com a experiência adquirida ao longo da vida para um relacionamento maduro, seguro. Ela viúva, com cinco filhos, ele casado, com três, vivem um compromisso incomum. A família dele desconhece a relação e apenas a filha dela sabe e aceita. Apesar de Antônio ser casado, ele garante amar apenas Maria Bernadete, mas não pretende casar. Ela não se incomoda com isso. “Meu pai me segurava em casa, só tive dois namorados e com o segundo me casei, e logo, fiquei viúva, só agora aprendi a viver”, desabafa ela.

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Chocolate: herói ou bandido?

Chocolate ao leite com recheio de biscoito

Chocolate ao leite com recheio de biscoito

Um dos doces mais populares do mundo divide opiniões quando o assunto é saúde

Principal componente da páscoa, o chocolate se torna cada vez mais presente na vida dos brasileiros. Fabricado em larga escala e em muitos sabores, o chocolate é uma paixão nacional. Os tipos mais comuns são o chocolate ao leite, chocolate branco e chocolate amargo.

Segundo dados da Associação Brasileira da Industria de Chocolate (Abicap) indicam que a produção de chocolates (barras bombons e outros produtos) atingiu as 300 mil toneladas em 2008, 2,7% a mais que em 2007. E mesmo com a crise a produção deve ter aumentado em 2009. Os preferidos são o chocolate ao leite e o chocolate branco. Estes são os bandidos da alimentação, segundo a nutricionista, Carla Martins, “são ricos em gorduras saturadas, ou seja, contribuem para o aumento do colesterol”. Por isso, estes chocolates contribuem para o aumento de peso, aumento da glicemia (açúcar no sangue) e problemas estomacais como vômitos.

O herói desta história e mais indicado ao consumo é o chocolate amargo que é rico em cacau e por isso possui alta concentração de flavanóides, “esta substância age no organismo como um antioxidante impedindo a formação do LDL, que é o colesterol que prejudica a saúde”, diz a nutricionista Carla Martins. Mas mesmo assim este tipo de chocolate é menos consumido.

Apesar de não aconselhar o consumo de doces, A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que o consumo de 30 gramas de chocolate para crianças e 50 gramas para adultos não é prejudicial à saúde, desde que não seja consumido diariamente. O problema é exatamente este, além de consumir grandes quantidades as pessoas também consumem com freqüência.

Especialistas afirmam que o chocolate pode viciar, pois possui substâncias como cafeína. As pessoas que são dependentes do chocolate geralmente possuem sinais de depressão e ansiedade. E comem compulsivamente “Se eu estiver nervosa ou ansiosa com algo, eu como várias barras sem me importar com a quantidade.” Diz a chocolátra Michelle de Oliveira. O problema vem logo após o consumo, os viciados entram em depressão ao ver como estão a cima do peso “eu me olho nos espelho e vejo como estou gorda, aí eu fico muito triste chego a chorar” relata Michelle de Oliveira. Neste caso a pessoa fica refém do chocolate e não consegue se libertar sozinha do vicio.

Esta dependência esta associada a liberação de hormônios como a endorfina e a serotonina substâncias que produzem efeitos semelhantes ao da cannabis sativa. Mas isto não implica na proibição do chocolate, pois “há seis meses eu troquei o chocolate ao leite pelo amargo por recomendação médica, e mesmo sendo diabética eu consigo manter a taxa da minha glicose apenas fazendo caminhada e controlando a quantidade de chocolate que eu como” afirma Maria do Carmo. Pelo contrário, só serve de alerta para que ele seja consumido moderadamente e de preferência que seja rico em cacau.

 

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